O momento não é para fazer nada, apenas observar o silencio como está imagem, porém não significa que estou desistindo de nada, apenas o silêncio do momento oportuno de aprender com os dois mundos existentes dentro de mim. Na batalha do nosso interior o silêncio nos traz a calmaria, o discernimento, aguardando o momento certo de um novo momento em uma nova circunstancia grandiosa. Por momentos chega-se a perder o equilíbrio entre a razão e o sentimento, entre o divino e o animal que todos nos possuímos em grande, pequena e média escala das circunstancias. Escrever, marcar ou rabiscar, a magia de não se sentir sozinho e voltar o pensamento para a origem ou causa do presente. Neste momento sentimos a leveza do vento, do tempo com o sopro divino expande a tristeza, indignação do conteúdo do mais novo ser. Quem dera pudesse romper as restrições e perder a oportunidade desse aprendizado que não são poucos embora tantos, na certeza merecida da mudança interior, da reformulação humana. Não são os muros que me assustam e muito menos o que está por traz do muro, ao longe existe uma luz, uma certeza de um novo amanhã, um novo momento, uma nova oportunidade deste tempo chamado silêncio.
Francisco Lima.

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