As divergências não são iguais, pontos de partida, pontos de vindas, entre ir e vir, prefiro os sons das ondas de um dia ensolarado e aconchegante. O mar é azul, mas pode ser verde, cinza ou a cor que você quiser, divergindo ou não da sua própria incerteza de sua visão. A convicção não é minha e nem sua, pode ser um estado de espirito e profundo pesar de não conciliar e sim pintar o "ser" com sua preferencia de cor. "Foi tudo ilusão passageira que a brisa primeira levou, a gente quer ter voz ativa para o nosso destino mandar (Chico Buarque)". Difícil é dizer e viver imensamente as palavras das ondas naturais do pensamento. Fazemos poesias nas divergentes condutas, nasce um poema da tristeza profunda do desentendimento turbulento do momento atual apresentado, torna-se brilhante com o passar do temporal que abre a estrada do encontro perdido no oceano. Fazer escolhas não é difícil, o conflito nasce na responsabilidade das escolhas, que não se sente como se partiu ou morreu e a brisa primeira levou para o fundo do oceano do seu mais intimo ser interior, talvez Tim Maia estivesse certo, "ter um sonho todo azul, azul da cor do mar" e infinitamente amar. È a saudade de desejar voltar no tempo e mar a dentro viver infinitamente o mais nobre dos sentimentos de um dia lindo, visualizando o mar em seus mistérios de amar, amar, amar...
Francisco Lima.

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